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sábado, 25 de junho de 2011

Medo de mudar?

O maior inimigo de uma pessoa é o medo. As pessoas conseguem arquitetar planos com ideias brilhantes... Mas na hora de executar não conseguem, surgem barreiras que impedem ações que muitas vezes mudariam totalmente a vida. O bloqueio causado pelo medo atrasa a vida, é como se a pessoa vivesse em uma zona de conforto...Essa zona de conforto é completamente normal porque todos temos a necessidade e nos sentir seguros, é uma característica do ser humano buscar por proteção. A maioria sempre busca situações de conforto, mas viver sempre em zona de conforto pode se estagnar e não querer mudar e isso é muito preocupante, pois precisamos vencer os medos, devemos ter cautela sim, nos preocupar com o que esta por vir,  mas de modo nenhum deixar de agir sabendo que tem que agir, ainda mais quando algo está em jogo na vida, como carreiras, relacionamentos sejam sociais ou conjugais, pois tudo afeta nossa vida para uma mudança. Se achar que deve mudar, mude, crie, renova-se, mas nunca permaneça parado inerte a situações da vida. Segundo Helen Keller “A vida é uma aventura ousada ou nada”, isso significa arriscar-se! Podemos sempre mudar e isso esta em nossas mãos, mas infelizmente nem todos compreendem o fato de que temos quase sempre o domínio sobre as coisas que acontecem em nossa vida e continuam infelizes sem saber o por que. Procure aquilo que te faça feliz, pois de alguma maneira sempre encontramos.
Não tenho a receita perfeita para vencer os medos, pois também tenho os meus e se tivesse já teria usado, mas sempre me questiono se algum medo que sinto me prejudicará de alguma forma em minha vida, eu repenso e reflito muito e sempre chego a conclusão que se tive medo foi porque estava com receio de que algo desse errado, ou talvez não estivesse preparada o suficiente para encarar tal situação e penso novamente se não estava preparada o suficiente porque cheguei a pensar que daria certo? Porque o medo surge quando estamos inseguros com tais situações, devemos então nos preparar e buscar algo que possa nos deixar seguros sobre nossas ações. Mas depois de tudo feito, ainda sinto receio? Por quê? Pior não apenas de ter me preparado, mas também de ter encarado... É mesmo depois de ter enfrentado continuo sentindo medo... Pois é não tem jeito mesmo, não tem como fazer de tudo para algo dar certo com essa angustia atrelada no peito, na realidade quando isso acontece é melhor abandonar de vez.
  Reflito novamente... Coisas que não podemos interferir é melhor abandonar, melhor pensar em escolher um outro caminho, analisar se isso ou aquilo vale mesmo a pena, pense se algo esta sendo tão difícil, se esta angustiante demais, então para que seguir adiante? Como disse no início, que não devemos nos acomodar por conta dos nossos medos, mas até onde se deve persistir? até onde é preciso enfrentar o medo? Lembrando que o medo funciona como mecanismo de defesa, como disse para nos sentirmos seguros e protegidos, isso nos ajuda a perceber um perigo iminente. Pressuponho que percebi esse perigo.
            Pois bem, penso que devemos sim encarar nossos medos, pensando como desafios da vida e não deixar que o medo possa tornar maior que a própria vontade em chegar aos objetivos. Mas prepare-se, para que não se sinta inseguro diante a tal situação e se mesmo assim não der certo como foi em meu caso, não desista, apenas mude a rota, crie opções, pois é exatamente o que estou fazendo...

 Finalizando...Vamos de musiquinha Rs!
Se não faz sentido, discorde comigo. Não é nada demais, são águas passadas. Escolha uma estrada. E não olhe, não olhe pra trás... (Capital Inicial).


segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Paixão

Paixão arrebatadora, irracional, impulsiva, intensa, verdadeiramente apoteótica... Sente-se a magia das borboletas no estômago, a loucura dos atos impensados, a fantasia do eterno, a utopia da perfeição... As noites sem sono, os dias sem fome e as palavras sem sentido.
      O que nos move a nos entregar de corpo e alma a alguém? Apaixonar-se em primeiro impacto... Olhar adiante, e pronto simplesmente o tempo pára, o coração acelera, a respiração torna-se ofegante e então não conseguimos de início entender o que está acontecendo, apenas sabemos o quanto são "boas" essas sensações...Como de repente surge do nada uma emoção assim? Pois bem, mas não é do nada que isso acontece...  
     Apaixonamo-nos pelo cheiro da pessoa, são os chamados feromônios que é uma substância química que exalamos continuamente pelos bilhões de poros da nossa pele. Então, a paixão vai além dos olhares que se encontram e buscando após esse contato o cheiro, há circuitos que levam mensagens atuando como se fossem receptores, que entram pelo olfato e vão até o cérebro para ser sinalizada uma mensagem bem clara SEXO!
    Os feromônios estão envolvidos no comportamento sexual e na marcação de território. Os feromônios além de sinalizar interesses sexuais, podem também sinalizar situações de perigo. A paixão como já foi muito pesquisada, e entre muitos dados coletados percebe-se que tem um tempo limitado que nos faz sentir todas essas conotações fisiológicas, sendo assim podendo durar por no máximo 30 meses. O que pode sim converter em amor através do que permanece,ou seja, o companheirismo, o afeto e podendo por fim ser duradouro. De qualquer forma, quando dizemos que temos química com alguém, é provável que estejamos literalmente certos.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Endorfinas para Felicidade


A "droga" para conseguirmos a felicidade se chama endorfina. São pequenas proteínas que atuam como neurotransmissores de prazer. Servem na luta contra a dor entre outras coisas, e, sobretudo para nos fazer feliz. A endorfina,"endo" (interno) e "morfina" (analgésico) é uma substância química que dá a sensação de euforia e bem estar. Durante o orgasmo essa substância é liberada na corrente sangüínea. O consumo de chocolate também estimula a produção de endorfina.

A chave para felicidade
        As endorfinas produzem em nosso cérebro sensações muito similares às da morfina, ópio e a heroína, mas logicamente sem seus efeitos negativos. Existem cerca de 20 tipos diferentes de endorfinas, aquelas que se encarregam de transmitir comunicações entre os neurônios. Estes químicos naturais produzem uma analgesia natural e estimula os centros de prazer do cérebro que nos dão sensação de felicidade e aliviam as dores e o mal estar. Mas as endorfinas têm uma vida curta, já que certas enzimas de nosso organismo as ‘destroem’. Deste modo se mantém um equilíbrio interior em nosso corpo. Principalmente quando comemos chocolate, a sensação de prazer é imediato, mas sua duraçao é muito curta. Por isso que quando, mais comemos chocolate mais queremos, extamente por causa da Endorfina liberada que nos traz prazer e bem-estar. Sendo assim, a relação é simples: mulheres com falta de sexo comem chocolate para suprir a falta de endorfina no corpo. Por isso que mulheres comem chocolate na TPM, para proporcionar a sensação de bem estar. E é por isso também que nesse mesmo período a mulher fica mais propicia ao sexo.
As endorfinas foram descobertas em 1975, de uma forma intencional porque existia a consciência de que o cérebro tem receptores auto-produzidos para captar as sensações provocadas pela morfina. Só que a morfina é uma droga endógena, exterior ao nosso corpo.
Tem maneiras de liberar endorfina, mas está claro que as endorfinas são produzidas de modo natural e benéfico e que o estresse e a fadiga gerados durante o exercício físico as ‘cria’. Mas existem outras maneiras para gerar a endorfina, como por exemplo...


Rir;
Entrar em contato com a natureza ;

Ouvir música;

Realizar exercícios de relaxamento, como yoga;
Imaginar situações agradáveis;
Descansar ou dormir;
Praticar sexo;
Tomar café;
Com a dor o corpo também é capaz de produzir um controlador (endorfina) para ‘mascara’ o efeito de uma dor maior.

Culpando a Endorfina

Explicar vício em neurociências parece se reduzir a explicar tudo em termos de endorfina ou genéricos. Numa página virtual encontrei esta explicação para o vício do fumo: "Quando fumamos o cérebro libera uma substância chamada endorfina, que é a responsável pela sensação de prazer e bem-estar que sentimos." Disse tudo e não disse nada. O mesmo é aplicável quando se fala em vício de chocolate, de álcool, etc.

Mas aí a gente pergunta: Que acontece no cérebro da pessoa que detesta chocolate, álcool, cigarro, etc.? Onde fica a endorfina ou sabe-se lá o que mais? Se for o chocolate que libera endorfina, não deveria ele liberá-lo no organismo que o detesta? Ou não seria o organismo mesmo responsável por tal "liberação" dependendo da relação que estabelece com tal substância?

Se assim o for, então o vício do chocolate ou do fumo ou etc., não está presente nos termos citados, está presente no próprio ser humano! "Ah, o tabaco causa vício!" Grande mentira! Quem odeia cigarro, poderia fumar um monte e jamais ficaria viciado. Não se pode fazer do efeito uma causa. Se um homem libera testosterona ao sentir-se sexualmente atraído por uma mulher, não faz sentido dizer que o sentir-se sexualmente atraído por uma mulher seja devido à liberação de testosterona. Ademais, onde está o componente químico responsável pelo vício do jogo, da religião e de outras tantas atividades a que o ser humano se torna dependente?


sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Inteligência Demasiadamente Podre

Uma personalidade devastada por suas experiências egocêntricas,desfalcadas em contextos hedônicos bem pecúliares...
Charmosos, inteligentes e simpáticos...Mentirosos e manipuladores. Pessoas que não se importam de passar por cima de tudo e de todos para alcançar seus objetivos. Egocêntricos e narcisistas, eles não sentem remorso, muito menos culpa. Se algo ou alguém ameaça seus planos, tornam-se agressivos. São mestres em inverter o jogo, colocando-se no papel de vítimas. E estão sempre cientes de todos os seus atos.
Como se fossem pessoas com mente debilitada, assim é na psicopatia. A parte cognitiva ou racional é perfeita, ou seja, sabem perfeitamente que estão infringindo regras sociais e por que estão fazendo. O déficit deles está no campo dos afetos e das emoções. Assim, para eles, tanto faz ferir, maltratar ou até matar alguém que atravessa o seu caminho ou os seus interesses, mesmo que esse alguém faça parte de seu convívio íntimo.
A grande maioria dos seres humanos é formada de empáticos: o sofrimento alheio provoca dor neles mesmos, o que os leva a tentar ajudar seus semelhantes. Ajudar o outro é uma forma de aliviar a dor que este lhes causa. Desta forma, nosso cérebro nos leva a ter comportamentos que garantem a harmonia social.
De modo simples e didático, podemos resumir nosso cérebro em duas importantes áreas: o sistema límbico (a sede das emoções) e o lobo frontal (sede do raciocínio).
Uma pessoa empática é capaz de ter ações compassivas e socialmente adequadas pois, como seu sistema límbico é ativado por emoções básicas, como raiva e medo, ele envia sinais para o lobo frontal onde são ativadas as áreas responsáveis pelos aspectos cognitivos, frios e racionais, assim como o julgamento moral.

.Esses comportamentos desprezíveis são resultados de uma escolha exercida de forma livre e sem qualquer culpa. A mais evidente expressão da psicopatia envolve a flagrante violação criminosa das regras sociais, eles sabem perfeitamente o que estão fazendo. Quanto aos sentimentos, porém, são absolutamente deficitários, pobres, ausentes de afeto e de profundidade emocional: “Assim, concordo plenamente quando alguns autores dizem, de forma metafórica, que os psicopatas entendem a letra de uma canção, mas são incapazes de compreender a melodia”.
Segundo dados estatísticos, os psicopatas são 4% da população: 3% são homens e 1% mulher. Ou seja, a cada 25 pessoas, uma é psicopata. E como seus atos criminosos não provêm de mentes adoecidas, mas sim de um raciocínio frio e calculista combinado com uma total incapacidade de tratar as outras pessoas como seres humanos, eles não são considerados loucos, não sofrem de alucinação ou apresentam sofrimento mental. Vivem incógnitos, em todos os setores sociais. São homens, mulheres, de qualquer raça, credo ou nível social.
Trabalham, estudam, fazem carreiras, se casam, têm filhos, mas definitivamente não são como a maioria das outras pessoas. Apenas em casos extremos, os psicopatas matam a sangue-frio, com requintes de crueldade, sem medo e sem arrependimento. Em sua grande maioria, eles não são assassinos e vivem como se fossem pessoas comuns. Existem várias faces da psicopatia, citando alguns exemplos entre eles estão, políticos que desviam rios de dinheiro da saúde, da educação e de tudo que for possível, sem ao menos sentir culpa do que estão fazendo, porém sabem o que estão fazendo. No trabalho, pessoas dispostas ao impossível para subir de cargo, atropelando seja quer for, fazendo amigos com um único interesse em se dar bem, sempre com esse grande propósito de se ver sempre dominando e se fazendo de vítima. O absurdo é que muitas dessas pessoas passam despercebidas pela sociedade, na verdade a sociedade em si acredita que Psicopatas são apenas aqueles que matam a sangue frio e sem piedade, mas na realidade os psicopatas que apresentam a psicopatia leve e são muitos e estão sempre muito próximo de nós, como esses exemplos que citei.
Admitir que existem criaturas com essa natureza é quase uma rendição ao fato de que o 'mal' habita entre nós, lado a lado, cara a cara.

FONTE: Mentes Perigosas - O Psicopata Mora ao Lado, da Psiquiatra Ana Beatriz Barbosa Silva.