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segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Paixão

Paixão arrebatadora, irracional, impulsiva, intensa, verdadeiramente apoteótica... Sente-se a magia das borboletas no estômago, a loucura dos atos impensados, a fantasia do eterno, a utopia da perfeição... As noites sem sono, os dias sem fome e as palavras sem sentido.
      O que nos move a nos entregar de corpo e alma a alguém? Apaixonar-se em primeiro impacto... Olhar adiante, e pronto simplesmente o tempo pára, o coração acelera, a respiração torna-se ofegante e então não conseguimos de início entender o que está acontecendo, apenas sabemos o quanto são "boas" essas sensações...Como de repente surge do nada uma emoção assim? Pois bem, mas não é do nada que isso acontece...  
     Apaixonamo-nos pelo cheiro da pessoa, são os chamados feromônios que é uma substância química que exalamos continuamente pelos bilhões de poros da nossa pele. Então, a paixão vai além dos olhares que se encontram e buscando após esse contato o cheiro, há circuitos que levam mensagens atuando como se fossem receptores, que entram pelo olfato e vão até o cérebro para ser sinalizada uma mensagem bem clara SEXO!
    Os feromônios estão envolvidos no comportamento sexual e na marcação de território. Os feromônios além de sinalizar interesses sexuais, podem também sinalizar situações de perigo. A paixão como já foi muito pesquisada, e entre muitos dados coletados percebe-se que tem um tempo limitado que nos faz sentir todas essas conotações fisiológicas, sendo assim podendo durar por no máximo 30 meses. O que pode sim converter em amor através do que permanece,ou seja, o companheirismo, o afeto e podendo por fim ser duradouro. De qualquer forma, quando dizemos que temos química com alguém, é provável que estejamos literalmente certos.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Endorfinas para Felicidade


A "droga" para conseguirmos a felicidade se chama endorfina. São pequenas proteínas que atuam como neurotransmissores de prazer. Servem na luta contra a dor entre outras coisas, e, sobretudo para nos fazer feliz. A endorfina,"endo" (interno) e "morfina" (analgésico) é uma substância química que dá a sensação de euforia e bem estar. Durante o orgasmo essa substância é liberada na corrente sangüínea. O consumo de chocolate também estimula a produção de endorfina.

A chave para felicidade
        As endorfinas produzem em nosso cérebro sensações muito similares às da morfina, ópio e a heroína, mas logicamente sem seus efeitos negativos. Existem cerca de 20 tipos diferentes de endorfinas, aquelas que se encarregam de transmitir comunicações entre os neurônios. Estes químicos naturais produzem uma analgesia natural e estimula os centros de prazer do cérebro que nos dão sensação de felicidade e aliviam as dores e o mal estar. Mas as endorfinas têm uma vida curta, já que certas enzimas de nosso organismo as ‘destroem’. Deste modo se mantém um equilíbrio interior em nosso corpo. Principalmente quando comemos chocolate, a sensação de prazer é imediato, mas sua duraçao é muito curta. Por isso que quando, mais comemos chocolate mais queremos, extamente por causa da Endorfina liberada que nos traz prazer e bem-estar. Sendo assim, a relação é simples: mulheres com falta de sexo comem chocolate para suprir a falta de endorfina no corpo. Por isso que mulheres comem chocolate na TPM, para proporcionar a sensação de bem estar. E é por isso também que nesse mesmo período a mulher fica mais propicia ao sexo.
As endorfinas foram descobertas em 1975, de uma forma intencional porque existia a consciência de que o cérebro tem receptores auto-produzidos para captar as sensações provocadas pela morfina. Só que a morfina é uma droga endógena, exterior ao nosso corpo.
Tem maneiras de liberar endorfina, mas está claro que as endorfinas são produzidas de modo natural e benéfico e que o estresse e a fadiga gerados durante o exercício físico as ‘cria’. Mas existem outras maneiras para gerar a endorfina, como por exemplo...


Rir;
Entrar em contato com a natureza ;

Ouvir música;

Realizar exercícios de relaxamento, como yoga;
Imaginar situações agradáveis;
Descansar ou dormir;
Praticar sexo;
Tomar café;
Com a dor o corpo também é capaz de produzir um controlador (endorfina) para ‘mascara’ o efeito de uma dor maior.

Culpando a Endorfina

Explicar vício em neurociências parece se reduzir a explicar tudo em termos de endorfina ou genéricos. Numa página virtual encontrei esta explicação para o vício do fumo: "Quando fumamos o cérebro libera uma substância chamada endorfina, que é a responsável pela sensação de prazer e bem-estar que sentimos." Disse tudo e não disse nada. O mesmo é aplicável quando se fala em vício de chocolate, de álcool, etc.

Mas aí a gente pergunta: Que acontece no cérebro da pessoa que detesta chocolate, álcool, cigarro, etc.? Onde fica a endorfina ou sabe-se lá o que mais? Se for o chocolate que libera endorfina, não deveria ele liberá-lo no organismo que o detesta? Ou não seria o organismo mesmo responsável por tal "liberação" dependendo da relação que estabelece com tal substância?

Se assim o for, então o vício do chocolate ou do fumo ou etc., não está presente nos termos citados, está presente no próprio ser humano! "Ah, o tabaco causa vício!" Grande mentira! Quem odeia cigarro, poderia fumar um monte e jamais ficaria viciado. Não se pode fazer do efeito uma causa. Se um homem libera testosterona ao sentir-se sexualmente atraído por uma mulher, não faz sentido dizer que o sentir-se sexualmente atraído por uma mulher seja devido à liberação de testosterona. Ademais, onde está o componente químico responsável pelo vício do jogo, da religião e de outras tantas atividades a que o ser humano se torna dependente?